quarta-feira, 23 de maio de 2012

Conheça as UPPetes, que fazem "malandros" quererem ser presos todos os dias


Policiais militares lotadas em UPPs chamam atenção por esbanjar beleza e desenvolver trabalho comunitário que ajuda a resgatar cidadania dos moradores

Rio -  Bem que dizem que a imagem da polícia está mudando. E ficando cada vez mais bonita. As beldades que enfeitam as páginas a seguir poderiam desfilar seu charme em passarelas de moda. Mas, muito além dos rostos bonitos e corpos perfeitos, é delas a difícil missão de proteger a cidade da violência, patrulhando comunidades pacificadas. Fardadas ou com jeito de mulherão que exibiram no ensaio fotográfico para O DIA, as ‘uppetes’ — apelido carinhoso dado por moradores às soldados das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) —, despertam a atenção com sua beleza e os bons exemplos de dignidade que cultivam entre jovens.
Foto: João Laet / Agência O Dia
Foto: João Laet / Agência O Dia
No Morro da Babilônia, no Leme, onde fotografaram, elas pararam tudo: “É ‘polícia’ mesmo? Nunca vi igual”, disse o morador Carlos Souza de Oliveira, 35. As moças garantem que a bela estampa não atrapalha o serviço, já que a postura não permite gracejos. “Se alguém tentar algo quando estou de serviço, chamo a pessoa ‘na disciplina’”, garante Alessandra Azevedo, 30, da UPP Tabajaras.
Elogios à parte, nenhuma pensa em deixar a PM. São apaixonadas pela carreira e estudam para virar oficiais.
As policiais femininas representam 10% do efetivo que atua nas 22 UPPs do estado, ou seja, 594 soldados. As comunidades aprovam, ressaltando que a delicadeza delas com as pessoas melhora o serviço. E engana-se quem pensa que elas têm tarefas de ‘mulherzinha’. Laura Lobo, 23, é a única moça em sua ala de patrulhamento no Fallet, Catumbi. “Acho ótimo porque os colegas me tratam como homem, sem privilégio. E devo muito a eles por isso”.
O trabalho social feito pelas jovens também é motivo de destaque. Na Cidade de Deus e na Mangueira, Roberta Campello e Alessandra de Oliveira dão palestras sobre cidadania, combate às drogas, gravidez e saúde. “O resultado virá com a geração que está crescendo com as UPPs”, afirma Alessandra de Oliveira. “As crianças e idosos admiram o trabalho da polícia”, ressalta Juliana Madeira, 22, do Pavão-Pavãozinho.
Mulheres reforçam time de PMs lindas e poderosas | Foto: João Laet / Agência O Dia
(E/D), Juliana Madeira, 22 anos, da UPP do Pavão-Pavãozinho; Roberta Campello, 26, da UPP da Cidade de Deus; Laura Lobo, 23 anos, da UPP do Fallet; Alessandra de Oliveira, 24, da UPP da Mangueira, e Alessandra Azevedo, 30, da UPP do Morro dos Tabajaras | Foto: João Laet / Agência O Dia
Beleza associada às tarefas como policiais militares
O Comando de Polícia Pacificadora (CPP) estuda aliar a beleza das policiais a campanhas sociais. Um projeto de desfile de moda que vai aproximar PMs e moradoras está sendo criado para angariar alimentos para serem doados a comunidades e instituições que tratam de crianças carentes. O CPP está em busca de parcerias para realizar o evento, ainda sem data. Juliana Madeira já participou de eventos como modelo.
“A beleza reflete na atividade de qualquer pessoa. Quando a mulher se sente bem com ela mesma, isso se reflete na vida dela como um todo, seja pessoal ou profissionalmente. Se sentindo bem, qualquer pessoa produz melhor, e essa é uma das nossas estratégias. Queremos motivá-las. Por isso estamos pensando num evento que associe a competência à beleza das policiais que dedicam suas horas de trabalho nas UPPs”.

Após ensaio de O DIA, elas são reconhecidas nas comunidades e geram curiosidade

Uppetes voltam à rotina e têm dia de celebridade


Rio -  O domingo das lindas e poderosas soldados das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) foi de elogios e reconhecimento pelo trabalho e a beleza que estamparam as páginas de ontem de O DIA. As ‘UPPetes’ — apelido carinhoso dado por moradores  de comunidades às policiais femininas — foram parabenizadas nas ruas e nas redes sociais por amigos, colegas de farda e moradores das favelas pacificadas, não só pela simpatia, mas principalmente pelo trabalho que desenvolvem para resgatar a cidadania da população.

A soldado Laura Lobo recebeu o carinho das crianças da comunidade da UPP da Fallet/Fogueteiro | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
A soldado Laura Lobo recebeu o carinho das crianças da comunidade da UPP da Fallet/Fogueteiro | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Integrante do patrulhamento da UPP Fallet/Fogueteiro e Coroa, Laura Lobo, 23 anos, recebeu o carinho das crianças da comunidade, que a abraçaram e tiraram foto com ela, em seu ‘dia de fama’. “Quero ser policial como ela, para ajudar a melhorar a favela. Tenho que fazer prova?”, quis saber Léo, de 7 anos. “O trabalho é difícil, mas ouvir isso compensa tudo. É a prova de que estamos no caminho certo para ajudar essas pessoas a resgatar sua dignidade”, disse a soldado.
Foto: João Laet / Agência O Dia
Foto: João Laet / Agência O Dia
Alessandra de Oliveira, 24, passou o dia atendendo ligações e recebendo mensagens. “Fiquei feliz porque é uma chance de mostrar às crianças e jovens que é possível seguir um bom caminho. Acreditamos que a educação é a base de tudo isso”, disse. A bela participa do patrulhamento escolar na UPP Mangueira e, junto com outros sete PMs — todos com formação na área de educação —, desenvolve o projeto ‘Fala Tu’, uma série de palestras com estudantes sobre temas como a abordagem policial e combate às drogas e à criminalidade.

A soldado Alessandra Azevedo teve dia de celebridade: reconhecida por vizinhos, foi parabenizada e tirou fotos na banca onde comprou O DIA. “Foi incrível. As pessoas não acreditavam que eu era policial e queriam saber sobre o trabalho que fazemos nas comunidades. Acho que é um importante reconhecimento para esse projeto”, avaliou. Roberta Campello e Juliana Madeira também receberam o carinho de parentes e amigos.
Matérias de: Vania Cunha/O Dia Online/odia.ig.com.br

terça-feira, 22 de maio de 2012

FOTOS ATUALIZADAS DAS PRENDAS DO ARRAIAL DA SEGURANÇA PÚBLICA





MAIS DE 100 GALINHAS E PORCO ASSADO INTEIRO, HOJE NO ARRAIAL DA SEGURANÇA PÚBLICA



A noitada de hoje no Arraial da Igreja Católica promete, já são mais de 100 (cem) Galinhas, 01 (um) Porco assado Inteiro, dentre muitas outras prendas, como Bolos e Pudins. A noitada é patrocinada pela Segurança Pública.
Somente dos Militares de Sena Madureira, foram arrecadados mais de 60 (sessenta) galinhas e 01 (um) Porco patrocinado pelo Major Rocha
A noitada promete. Compareça, arremate e saboreie uma deliciosa Galinha ou Porco assado.
 Os Militares pedem ao Padre Paolino, que no ano que vem a noitada da Segurança, seja realizada em um final de Semana e de preferência depois que tivessem com os salários nas mãos, para poderem além de doar, arrematarem as prendas.
Toda a comunidade está sendo convidada a participar dessa noitada, pois além de tradicional, toda a renda desse arraial e destinado a obras sociais da Igreja, que o Padre Paolino realiza em nossa comunidade, foi com esse pensamento que o Major Moncada, designou quatro militares para a organização e arrecadação das prendas junto aos militares.

Disputa na definição do pré-candidato da FPA em Sena Madureira pode gerar dissidências



A disputa para decidir o sucessor do prefeito Nilson Areal [PR], em Sena Madureira, esta cada vez mais acirrada.
Na manhã deste último sábado (19/05), a Frente Popular do Acre [FPA] daquele município fez uma reunião com a participação de seus pré-candidatos na busca de um entendimento menos traumático. A reunião foi articulada pelo prefeito Nilson Areal, visando uma definição amigável entre os nomes que ainda disputam a indicação da cabeça de chapa para candidato a prefeito.
Mas, segundo fontes seguras do Acrealerta.com, os pré-candidatos estão longe de estabelecer um entendimento pacífico.

No páreo
O PR, partido do prefeito, tem como pré-candidato o vereador Mano Rufino. O PDT ainda insiste no nome do atual vice-prefeito Jairo Cassiano. Os camaradas do PCdoB têm o ex-vereador Hermano Filho na disputa e, ainda, o PT com o jornalista Jota Guimarães, a grande surpresa entre os pré-candidatos, pois sequer possui histórico político no município.
Um dos candidatos afirma que “a cobra vai fumar”, pois o prefeito espera indicar Mano Rufino como representante da frente popular na cidade.
Os partidos dizem que, com Mano, não dá pra embarcar, pois ele não agrega nenhum apoio além da afirmarem que ele seria muito fraco para disputar o pleito.
Correndo "por fora", o professor Hermano Filho [PCdoB] tem buscado costurar alianças com o PV e o PSB em torno de sua candidatura, inclusive com um apoio do médico Alan Areal [PSB], que também é da família do prefeito.
Já o atual vice-prefeito Jairo Cassiano [PDT], ganhou uma sobrevida na disputa. Após muita insistência, os oráculos da FPA em Rio Branco autorizaram que ele colocasse novamente seu nome na mesa de discussões.
Por último, o jornalista Jota Guimarães [PT] que, mesmo sem chances reais, já sairia no lucro, pois teria estabelecido um pré-entendimento com o PCdoB, seguindo inclusive uma orientação da direção geral do seu partido.

Entre a cruz e a espada
Como ficará a composição da FPA depois dessas rodadas de reuniões ainda é uma incógnita, pois o processo não está tão simples como se pensa. Se o prefeito interceder na disputa e inviabilizar as candidaturas dos demais pré-candidatos da FPA, pode deixar graves seqüelas na unidade. Um dos impactos dessa interferência poderia ser exatamente a migração natural de parcela dos pré-candidatos para a oposição.
Uma de nossas fontes no município, que acompanha a disputa de perto e preferiu não se identificar, foi incisivo com a nossa reportagem: “ou ele (prefeito) muda o candidato, ou estamos fora”, afirmou.
Na tarde de hoje (20/05), uma nova reunião foi articulada pelo pré-candidato comunista Hermano Filho, somente com os nomes que ainda disputam a cabeça de chapa. O objetivo da reunião seria a busca de um entendimento entre eles na definição do nome mais adequado para disputar a cabeça de chapa, uma tentativa de livrar o prefeito Nilson Areal da interferência direta, evitando um descontentamento entre aqueles que por ventura venham a ser desconsiderados.
Na próxima quarta-feira (23/05), uma nova reunião estaria agendada entre os pré-candidatos da FPA no município, novamente no gabinete do prefeito, para tentar chegar a uma solução para o embate.
Até lá, Nilson Areal deve ainda perder algumas noites de sono, pois se comenta que, dependendo de quem seja o seu sucessor, diversos outros novos processos contra ele poderão ser abertos, inviabilizando-o, inclusive, politicamente.

Matéria: Redação do Acrealerta.com

domingo, 20 de maio de 2012

ESCOPETA FEITA POR PROFISSIONAL É APREENDIDA EM SENA MADUREIRA



Na manhã de hoje, por volta da 11h20min, mais uma arma de fogo foi apreendida em Sena Madureira, dessa vez na beira do Rio, próximo a serraria do Sr Evangelista.
RELATANDO OS FATOS
Por volta das 11h 40min, policiais militares foram acionados para atenderem uma ocorrência de disparo de arma de fogo na beira do Rio, próximo a serraria do Sr Evangelista.
Quando os militares chegaram no, local os infratores se evadiram, sendo que uma das guarnições se dirigiu ao 2º Distrito, em busca de prender os infratores, tendo em vista que receberam informações anônimas da população, de que os mesmos teriam atravessado o rio em embarcações, e ainda, que seriam 05 (cinco) os envolvidos, pelo lado da Pista; “Napolho”, “Reinaldo” e “Raicley” e pelo 2º Distrito, “Neguim da Lealda” e outro conhecido apenas por “Evandro”. Ainda de acordo com informações anônimas da população, os infratores teriam deixados uma das armas dentro de uma embarcação, fato esse verificado e comprovado por membros da guarnição do SGT PM Dias Sampaio, que fizeram a apreensão da Escopeta calibre 16, com numeração raspada, juntamente com um cartucho ainda intacto.
Dois fatos chamaram a atenção na apreensão dessa arma:
1º - Mais uma vez, com a ajuda da População foi possível a apreensão de uma arma e provavelmente uma ou mais vidas foram salvas.
2º - A confecção da arma foi feita por alguém, que se não for profissional, sabe muito bem o que está fazendo, pois a mesma é toda bem trabalhada, inclusive com uma ótima empunhadura (não foi só cortado o cano e já está pronta a escopeta), confira detalhes na foto ao lado; vale ressaltar que ano passado, quando Militares fizeram uma operação vasculhando todas as oficinas da cidade em que existiam ferreiros que mexiam com armas, alguns membros da população, inclusive representantes a nível estadual, vieram a público reclamar de tal ato.
Que mais esTa apreensão sirva para mostrar a todos, que somente com a ajuda da população poderemos resolver ou amenizar o problema de armas ilegais em nosso município e que a operação realizada pelos militares ano passado, foi só uma ação buscando o bem comum e tentando coibir o maior números de armas ilegais na nossa cidade.

AMBULÂNCIA DO HOSPITAL DE SENA REBOCADA POR GUINCHO



Olhe a situação da saúde da 3ª maior cidade do Acre, em ralação a ambulância no Hospital local.
Essa não é a primeira vez que um guincho vem em Sena Madureira buscar essa Ambulância.
Mas pra que se preocupar com isso, toda vez que for preciso, é só acionar 190 que nós policiais fazemos o papel deles e conduzimos o doente ou a parturiente ao Hospital local, como se não tivéssemos mais nada pra fazer e já não tivéssemos as nossas ocorrências para resolver.
Temos mesmo é que se especializar em atendimento de primeiros socorros e em fazer partos, pois qualquer dia desses, teremos que fazer um
Que Deus nos ajude e não deixe que algo pior aconteça com alguém que estiver sendo conduzido dentro da VTR policial para o Hospital, pois depois ainda vão dizer que somos culpados.

USADO CONTRA O CRIME E DESCARTADO PELA JUSTIÇA




Abandonado pela justiça, sem dinheiro até para alimentação e sem qualquer tipo de assistência da Secretaria de Direitos Humanos do Acre, o sul-africano Emmanuel Opok Sphiel, 51, uma das principais testemunhas de acusação no caso Hildebrando Pascoal, perambula pelas ruas do município de Brasiléia e diz que foi abandonado, depois que as autoridades acrianas se promoveram politicamente e conseguiram a condenação de Hildebrando Pascoal, que é acusado de chefiar o esquadrão da morte no Acre.

O ex-motorista de Hildebrando Pascoal, Emmanuel Opok Sphiel vive um verdadeiro drama na região de fronteira do Alto Acre, onde foi deixado segundo ele, pelo ex-secretário de direitos humanos do Acre, Henrique Corinto, que disponibilizou um carro para leva-lo até a fronteira do Peru e o deixasse sem qualquer ajuda. Opok teria procurado auxílio da pasta de direitos humanos, para conseguir documentação e deixar o Brasil.

O sul-africano diz que foi usado de forma política. De acordo com ele, magistrados e políticos do Acre, o teriam procurado oferecendo vantagens e uma vida tranquila e o induziram a prestar um depoimento que serviu de plataforma eleitoral a Jorge Viana, Tião Viana, Marina Silva e demais políticos da Frente Popular. “Hoje estão todos bem politicamente, somente eu que fui prejudicado e vivo fugindo da morte”, declara Opok Sphiel.

Emmanuel Opok firma que foi desligado do programa de proteção a testemunha, dois anos depois de receber o benefício, passando a peregrinar em vários estados brasileiros. “Passei mais de 10 anos, me escondendo de pistoleiros e escapei de três tentativas de assassinato. A expectativa de uma vida tranquila se desfez dois anos depois da condenação de Hildebrando Pascoal. Depois que passaram dois meses sem mandar comida, liguei para o procurador-geral, que disse apenas que me expulsaram dizendo que havia quebrado as regras do programa”.

Em sua fuga pelo país, Sphiel disse que passou pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Piauí, Minas Gerais, Bahia, além de pequenos municípios, que disse não recordar dos nomes.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades federais, Opok teria sido expulso do programa de proteção a testemunhas, acusado de furto em São Paulo, uma das muitas cidades que passou depois que saiu do Acre. O sul-africano se diz vítima de armações e afirma ter sido manipulado pelo judiciário acriano e pelo governador Jorge Viana (PT), à época, para condenar Hildebrando. “Fui descartado, como uma laranja chupada, após o que eles alcançarem seus objetivos políticos”, destaca.

Desde que resolveu falar o que sabe sobre Hildebrando, para quem diz ter trabalhado por quatro anos como motorista particular, Opok diz que foge da morte e tentou sair do Brasil, como clandestino em um cargueiro, mas foi descoberto em Recife. Depois de ser deixado na fronteira por um veículo do Governo do Acre, tentou permanecer na Bolívia, mas foi expulso pelas autoridades por não ter documentos.

Atualmente, o sul-africano vive de doações do padre Crispim, da Diocese do município de Brasiléia. Nas idas e voltas da vida, Emmanuel Opok, já foi preso e cumpriu pena acusado de estelionato, foi expulso do Brasil e conseguiu a permanência. No momento, não consegue tirar novos documentos, que de acordo com ele, são negados pelas autoridades brasileiras. “Quero sair do Brasil, mas não tenho documentos ou recursos para tira-los”, justifica.

O custo da documentação seria de R$ 305, para poder normalizar sua situação e sair do País. “Tudo que consegui das autoridades acrianas foi com que o ex-secretário dos direitos humanos do Acre, Henrique Corinto, mandasse um carro me levar até a fronteira do Peru e me deixasse sem qualquer ajuda. O ex-deputado e atual secretário dos direitos humanos, Nilson Mourão, sequer me atendeu, quando pedi ajuda”, desabafa Opok.

A testemunha do caso Hildebrando diz que não quer mais ficar no Brasil pelo abandono das autoridades, que ele ajudou e viraram as costas para ele, quando mais precisou de auxílio. “Colaborei com a Justiça e com Governo do Acre, mas estou sendo abandonado como um indigente pelos mesmos petistas que precisaram de meu testemunho para incriminar Hildebrando Pascoal. Só preciso de ajuda para retirar uma nova documentação e procurar um novo país, onde eu possa recomeçar com dignidade”.

Matéria: Ray Mello/Redação do Ac24horas.com

quinta-feira, 17 de maio de 2012

INDÍGENAS JUNTAM LATAS EM MANOEL URBANO



Estive em Manoel Urbano, trabalhando no Aniversário da Cidade, foi uma festa que durou 4 (quatro) dias/noites, uma festa bonita, segura e tranqüila. Mas outra situação me chamou a atenção, foi o depois das festas.
Antigamente, só existia um senhor que juntava latinhas pelo meio da Rua depois das festas, agora ele tem a companhia de alguns indígenas, sempre mulheres,  dentre eles até crianças. Costumeiramente se vê indígenas embriagados pelo meio das ruas da cidade, agora eles também juntam latinhas de cervejas e refrigerantes depois das festas, por vezes eu já vi até alguns, tomando restos de cervejas e refrigerantes que ficam nas latinhas.
Os indígenas saem de suas aldeias e vêem para as cidades, nelas chegando ficam catando lixos, se embriagando e juntado latinhas.
Aonde vão parar? Quem tem que fiscalizar esse descaso com os indígenas? Porque não fazem isso?
Fique aqui bem claro que o problema com os indígenas, não é só em Manoel Urbano, aqui em Sena Madureira também tem.


Diretor denuncia contratos de aluguel em escola da rede pública, em Sena Madureira


Quando assumiu a direção da escola Dom Júlio Mattioli em Sena Madureira, o professor Ricardo Lira iniciou uma briga para reparar um problema que percebeu quando ainda era um dos professores do quadro. Em um levantamento simples, constatou que mais de oito professores lotados na escola há muito tempo não entravam na sala de aula, mas a carga horária sob a responsabilidade destes, vinha sendo cumprida.
O novo diretor sabia que professores da escola alugavam os contratos para garantirem a continuidade do contrato de trabalhos. A coisa funcionava assim: o professor de uma determinada disciplina teria que aplicar 32 horas/aulas semanais, mas como não tinha interesse em ficar na sala de aula, contratava um professor sem vínculo com o estado para substituí-lo na jornada de trabalho. O dono contrato pagava cerca de R$ 800,00 para o professor substituí-lo e ficava com o restante do salário de R$ 2.500,00.
Entre os professores que alugavam os contratos, estão esposas de pessoas que ocupam gerencias do governo na cidade, empresários e parentes de políticos. Em pelo menos sete disciplinas a direção da escola verificou a ausência o verdadeiro detentor do contrato na sala de aula.
O aluguel dos contratos foi informado a coordenação do ensino fundamental da Secretaria de Educaçao do Estado, que até agora não se manifestou sobre o assunto.
Hoje a situação dos alunos da única escola que oferece a formação do ensino médio em Sena Madureira é preocupante, já que se aproxima o final do primeiro semestre e em muitas matérias, a escola não atingiu 50% da carga horária.
Faltam professores nas disciplinas de biologia, artes, matemática, física  e química. Para tentar diminuir a falta de professores, já que depois da denúncia os professores que alugaram os contratos sumiram, o próprio diretor está indo pra sala de aula ministrar aulas.
Matéria: Jairo Barbosa/ac24horas.com

terça-feira, 15 de maio de 2012

Menor que matou adolescente a pauladas diz que acorda às três horas da manhã para confeccionar salgados junto com sua mãe


Menor diz que não queria matar adolescente que roubou sua bicicleta/Foto: Wania Pinheiro
Menor diz que não queria matar adolescente que roubou sua bicicleta/Foto: Wania Pinheiro
A violência em Sena Madureira não pára de crescer. Os moradores estão assustados, e muitos já começam a ‘fazer justiça ’com as próprias mãos.

Um adolescente morto a pauladas no último domingo (13) deixou a população em choque. O motivo? Ele havia roubado a bicicleta de um jovem de apenas 17 anos, que acorda todos os dias as três da madrugada junto com a mãe para trabalhar na confecção de salgados.

Em entrevista exclusiva a Agência ContilNet, o jovem I.M.X. disse que comprou a bicicleta por R$ 450,00, deu R$ 50,00 de entrada e parcelou o restante em cinco vezes.

Ao pagar a primeira prestação, teve seu meio de transporte roubado. Durante alguns dias de investigação, descobriu o autor do roubo. Ao falar com ele e exigir que lhe entregasse a bicicleta, foi humilhado.

“Ele me chamou de ‘zé bu...’, me humilhou, ficou rindo da minha cara. Fiquei com muita raiva e dei-lhe umas ripadas. Mas eu não queria matar ninguém. Nunca fiz isso na minha vida”, conta o jovem com a voz embargada.

O delegado de Sena Madureira, Cleber Gnata, disse que o autor do crime não tem passagem pela polícia, e que se apresentou por livre e espontânea vontade na delegacia para confessar o homicídio.

De acordo com Gnata, quem vai decidir sobre o destino do jovem I.M.X., é o Ministério Público de Sena Madureira.

A mãe do menor estava com ele, mas chorava muito no momento da entrevista e não conseguiu responder as perguntas da reportagem. Com autorização da mãe, o jovem respondeu algumas perguntas da Agência ContilNet. Leia a seguir:

Agência ContilNet – Você confessou que matou um adolescente a pauladas no bairro Eugênio Areal. Por que fez isso?

Menor
– Ele tinha roubado minha bicicleta, que eu tinha comprado trabalhando muito com a venda de salgados. Fiz uma compra parcelada e ele me roubou...

Agência ContilNet – Mas tinha que matar uma pessoa?

Menor
– Acordo as três horas da manhã todos os dias da semana para fazer salgado com a minha mãe. Nossa vida é muito difícil, e só nós e Deus sabemos como tenho trabalhado para pagar as prestações dessa bicicleta e para comprar comida para a nossa casa. Fiquei com muita raiva quando ele me roubou, mas fiquei ainda com mais raiva quando ele riu da minha cara e me chamou de ‘zé buc...”...

Agência ContilNet – Em quantas vezes você fez esse parcelamento?

Menor
– Dei uma entrada de R$ 50,00 e parcelei o restante em cinco vezes...

Agência ContilNet – Como soube que ele era a pessoa que levou a sua bicicleta?

Menor
– Porque tenho a nota fiscal e conheço a minha bicicleta..

Agência ContilNet – E como ele reagiu ao ver você?

Menor
– Ele roubou a minha bicicleta e ainda ficava andando nela, lá no bairro...

Agência ContilNet – E o que  você disse?

Menor
– Disse que queria a minha bicicleta, que era minha...

Agência ContilNet – E ele?

Menor
– Me chamou de ‘zé buc...’, ficou rindo da minha cara

ContilNet – E daí?

Menor
– Aí eu peguei e bati nele com uma ripa...

Agência ContilNet – Você deu quantas pauladas nele?

Menor
– Dei três ripadas...

Agência ContilNet – E ai?

Menor
– Aí ele caiu no chão...

Agência ContilNet – E ele falou alguma coisa?

Menor
– Não.

Agência ContilNet – Depois o que você fez?

Menor
– Fui pra casa.

Agência ContilNet – E por que decidiu se apresentar à polícia?

Menor
– Porque fiquei com a consciência pesada, eu nunca tinha feito isso...

Agência ContilNet – Você está arrependido?

Menor
– Estou muito arrependido, tenho pesadelos, não consigo dormir... Eu matei uma pessoa.

Matéria:Redação da Agência ContilNet